terça-feira, 23 de junho de 2015

R.I.P.: James Horner

Ontem eu tinha decidido que faria uma postagem sobre o primeiro episódio da segunda temporada de True Detective. Mas de madrugada acabei vendo uma notícia que doeu profundamente no meu coração de amante do cinema: A morte de um dos compositores mais célebres de trilhas cinematográficas: James Horner, aos 61 anos, num acidente com seu próprio avião. 

 

Compositores de trilhas sonoras são lembrados pelos amantes de cinema, pelos profissionais dessa área e por amantes de música. Mas para o público comum, eles não passam de mais um nome nos créditos. Mas todas os citados anteriormente, concordam  em algo: A trilha do filme faz parte de seu espirito e muitos não seriam o mesmo sem uma grande trilha.

E James Horner foi um daqueles compositores que marcaram os filmes nos quais participou. Ele conseguia até reciclar momentos da própria trilha de forma inovadora e funcional como no caso de Avatar e Titanic. Além disso, não deixou de criar temas inesquecíveis como o de Coração Valente. Conseguia evocar sentimentos como ninguém como na cena da derrubada da Grande Árvore em Avatar e ser minimalista como na trilha de Lendas da Paixão. 
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Invés de fazermos um minuto de silêncio, vamos fazer longos minutos de ouvir música, em homenagem a mais uma lenda que se vai.


R.I.P: James Horner (1953-2015)




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